A nova realidade do consumo digital está no bolso do cliente
Mais de 160 milhões de brasileiros acessam a internet. Entre esses, 95% o fazem via smartphone. E mais: 53% já realizam compras diretamente pelo dispositivo móvel. Esses dados não deixam dúvidas — o e-commerce no Brasil se tornou, acima de tudo, mobile.
E é nesse contexto que o aplicativo próprio (app) passou de diferencial para canal estratégico de venda, relacionamento e retenção.
"O mobile commerce já não é mais uma tendência. É o novo padrão de consumo online." — Fabrício L., CCO da Kobbe Apps
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O comportamento do consumidor está mais direto, personalizado e imediato
A experiência mobile é fluida, rápida e nativa. Não à toa, a taxa de conversão em apps é três vezes maior do que no mobile web responsivo. A usabilidade, a rapidez de carregamento, o push notification e a navegação simplificada fazem o cliente comprar com menos fricção.
Comparativo de desempenho (Fonte: COB Apps)
- Conversão média mobile responsivo: 0,7%
- Conversão média em app nativo: 2,1%
- Recompra em app: 45 dias (versus 60 dias no site)
Site responsivo é obrigatório. App próprio é diferencial competitivo.
Se em 2020 ainda era comum ouvir "meu site já é responsivo, não preciso de app", esse argumento já não se sustenta em 2025. O app não é apenas uma cópia mobile do site. Ele é um canal com funcionalidades próprias:
- Push notifications segmentadas por perfil
- Integração com carteira de fidelidade e cashback
- Live commerce e vitrines inteligentes
- Integração com Retail Media
- Comportamento e dados primários da navegação
Marcas que crescem com apps próprios: exemplos reais
Cacau Show
- 37% da receita digital vem do aplicativo
- Destaque no uso de push notification, vitrines e cupons geolocalizados
Bazar Horizonte
- Fatura R$ 600 mil/mês apenas pelo app
- Uso intenso de promoções, notificacões e recompra automatizada
Atacadão
- Criou um app de cupons offline
- Sinergia com app de e-commerce gerando omnicanalidade
O que torna um app relevante para o consumidor?
- Ele entrega valor real: cupons, agilidade, exclusividades
- Ele é comunicativo, com pushes relevantes
- Ele é leve e intuitivo, sem atritos na navegação
Mobile como canal prioritário: além da venda, um ecossistema
Apps de e-commerce deixaram de ser apenas "mais um canal". Hoje, eles funcionam como hubs de:
- Vendas diretas
- Relacionamento via CRM e Push
- Dados primários para IA e segmentação
- Espaço de mídia para indústria (Retail Media)
- Integração com experiências offline (cupons, cartões, eventos)
Conclusão
Se seu cliente está no celular, por que sua estratégia não estaria?
O mobile commerce é um dos principais diferenciais de performance em 2025. E quanto mais cedo sua marca entender isso, mais vantagem competitiva você terá no mercado.
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